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Projeto que pede essencialidade das Igrejas avança na Alepe

O Projeto de Lei que pede a essencialidade das igrejas em Pernambuco, segue avançando na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Os PLs de nºs 1094/2020 e 1155/2020 foram apresentados, respectivamente, pelos deputados Pastor Cleiton Collins (PP) e Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB), que inclui as igrejas entre as atividades essenciais em Pernambuco durante a pandemia.

Nesta quarta-feira (17), o Projeto passou por duas Comissões importantíssimas, a Comissão de Saúde e a de Direitos Humanos. O projeto passou por 4 votos a 1, aprovado pela relatora deputada Roberta Arraes (PP) e pelos deputados Pastor Cleiton Collins (PP), Clarissa Tércio (PSC) e Fabíola Cabral (PP), contra o voto do deputado João Paulo (PCdoB).

Em sua fala, o deputado João Paulo afirmou que não tinha nada contra o fato da igreja ser considerado essencial, mas como já havia votado contra, quando foi relator na Legislação e Justiça, manteve seu voto contrário ao projeto.

Já para o autor da proposta, o deputado Pastor Cleiton Collins: “Hoje é marco, é um momento muito importância do nosso projeto, porque ele passa pela Comissão mais importante no sentido do mérito, pois é a Comissão de Saúde, que em consonância com a OMS (Organização Mundial de Saúde) e a própria OMS já reconheceu a espiritualidade também como cura, que ajuda no tratamento, principalmente da mente”.

Collins ressaltou a importância das igrejas neste período de pandemia e também fora da pandemia.

Na parte da tarde desta quarta (17), foi o embate na Comissão de Direitos Humanos, onde a presidente da Comissão Jô Cavalcanti que representa as Juntas e João Paulo continuaram votando contra o projeto. Mas, o Pastor Cleiton Collins, mais uma vez, conseguiu convencer os membros da comissão, onde ficou aprovado pela maioria no placar de 4 a 2. Com os votos favoráveis dos deputados Adalto Santos, Clarissa Tércio, William Brígido (relator) e o Pastor Cleiton Collins.

O projeto continua na próxima quarta-feira (24) para ser votado na Comissão de Administração, que provavelmente terá o deputado Erick Lessa como relator. Após passar pela última comissão, o projeto segue ao plenário para votação em que pode virar Lei ou não.

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