A Fundação de Amparo a Ciência e Tecnologia do Estado (FACEPE), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Pernambuco (SEBRAE) apoiaram a criação do primeiro curso “gameficado” de automação industrial na prática do mundo. Com uma fábrica virtual em ambiente 3D, o aluno enfrenta desafios e vivencia situações reais da indústria que irão prepará-lo para o mercado de trabalho.

O curso é oferecido pela Mekatronik, em parceria com a Fast Soluções, no idioma português e breve será lançado em espanhol e inglês. A empresa construiu uma plataforma virtual onde o aluno é tratado como se estivesse em uma indústria e, semanalmente, recebe demandas de desenvolvimento de projetos e resolução de problemas em máquinas. O nível de dificuldade dos desafios aumenta à medida em que o aluno progride, automatizando diferentes máquinas e processos, modelando sistemas, interpretando diagramas elétricos, desenvolvendo softwares de CLPs, implementando melhorias, entre outros.

Podem participar estudantes de curso técnico, superior e profissionais da área de automação, elétrica, eletrônica, mecânica e produção. A duração é de quatro meses e, ao final do curso, o aluno recebe o certificado de participação que contempla os projetos que ele desenvolveu e as competências que adquiriu, além de um link online para anexar no currículo. A Mekatronik oferece uma promoção de lançamento e os interessados podem se registrar através do link: http://www.automacaoindustrialnapratica.com.

Outras informações: O curso online já tem alunos em todo o Brasil, além das parcerias com a POLI/UPE, a UFPE e o SENAI/PE que apoiam essa inovação e utilizam a plataforma em disciplinas dos seus cursos na área de automação.

Em homenagem ao Dia da Árvore, celebrado nesta quarta-feira (21) em todo o Brasil, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) vai promover uma ação, nos dias 28 e 29 deste mês, do Projeto Florestar – Viveiros Educadores para os alunos da Escola Municipal Delmiro Alexandre, no município de Venturosa, Agreste do estado. Os estudantes participarão de palestras de educação socioambiental, minicurso de plantios e manipulação de mudas. A proposta das atividades é conscientizar e sensibilizar os alunos para a preservação do meio ambiente, a sustentabilidade e a qualidade de vida.

Esta será a primeira ação do Florestar Vai à Escola  e vai atender a um termo de compromisso assinado entre Compesa e Prefeitura de Venturosa, em agosto deste ano. “Investir na educação de crianças e jovens acerca das temáticas socioambientais é uma contribuição importante da Compesa para a formação de cidadãos mais conscientes e corresponsáveis quanto à preservação do meio ambiente. É isso que estamos buscando também dentro das ações do Projeto Florestar”, observou Lucíola Brandão, gerente de  Meio Ambiente da Compesa.

A Compesa criou o Projeto Florestar em parceria com os municípios e tem o objetivo de recuperar e instalar viveiros, no estado, para atender os projetos desenvolvidos nas cidades em que a empresa realiza ações de saneamento. A ideia é promover a arborização de espaços públicos municipais, capacitação de alunos de escolas públicas locais na formação de viveiristas para produção e manutenção de mudas florestais e realização de oficinas de trabalho sobre temáticas socioambientais.

A meta do Projeto Florestar é a produção e plantio de um milhão de mudas até o final do ano de 2018. “Diversas obras realizadas pela Compesa, como a instalação de uma nova adutora ou a construção de uma Estação de Tratamento de Água (ETA) demandam a supressão, ou seja, a derrubada de árvores para atender as necessidades da construção. Todavia a empresa tem o compromisso de realizar a reposição dessas espécies, tanto para atender as normas dos órgãos fiscalizadores, bem como para garantir a sustentabilidade de suas ações”, explica Lucíola Brandão.

Hoje, a Compesa possui três viveiros de mudas administrados pela Gerência de Meio Ambiente (GMA), que estão localizados nos municípios de Bonito, Poção e em Cabo de Santo Agostinho, na ETA de Pirapama. Os viveiros são responsáveis pela produção das mudas que a empresa utiliza nas suas ações de reposição e compensação de árvores e também em projetos de educação socioambiental.

Por que é importante preservar as árvores?

As árvores melhoram a qualidade do nosso ar, mantêm a estrutura do solo firme, preservam a biodiversidade no meio urbano, fornecem madeira, frutos e matéria-prima para fabricação de papel e remédios, entre outros, além de oferecer sombra e embelezar as ruas. Desempenham um papel importante na retenção da água da chuva e, portanto, na redução de enxurradas e enchentes.

Como parte de um processo contínuo de fomento à produção cultural por meio do Sistema de Incentivo à Cultura, a Secretaria de Cultura e a Fundarpe empreendem mais uma ação de aprimoramento do modelo de processamento do Funcultura. Nesta terça (20) foi assinada uma Ordem de Serviço pela Fundarpe para a Agência Estadual de Tecnologia da Informação – ATI construir um sistema para informatização do Cadastro de Produtores Culturais (CPC) e dos editais do Funcultura. A cerimônia também marcou a posse dos novos membros da Comissão Deliberativa do Funcultura e a entrega de certificados, pelos relevantes serviços prestados à cultura, aos antigos membros da comissão.

A proposta de informatização consta de uma aplicação web que utilizará banco de dados relacional e que ficará hospedada na ATI. O sistema possibilitará aos Produtores Culturais o acesso ao CPC de forma online para realizarem seu cadastro. Os produtores culturais que já forem cadastrados no sistema poderão, a qualquer momento, atualizar seus dados cadastrais, desde que informem seu “número CPC” e que este esteja válido no sistema. Após a realização do cadastro, o produtor poderá elaborar o projeto para concorrer aos editais do Funcultura, durante o período de inscrições. Nesta etapa, o sistema já preencherá os dados cadastrais que se encontram presentes no CPC, evitando recadastramento de dados e documentações por parte do produtor cultural.

Para a construção deste sistema, a direção do Funcultura empreendeu um estudo de todo fluxograma do Funcultura, do CPC à fase da prestação de contas, de maneira a ter, no futuro, todos estes ambientes informatizados e assim aprimorar o funcionamento desta que é hoje uma das principais ferramentas de execução da política pública de cultura do estado. “A expectativa é de aumentarmos o número de produtores culturais cadastrados, sobretudo nas regiões do interior do estado, e que, em 2017, os editais do Funcultura já sejam apresentados de modo eletrônico”, comemora o superintendente do Funcultura, Gustavo Araújo.

O secretário de Cultura Marcelino Granja contextualiza o momento atual de fortalecimento do Funcultura, como parte de um esforço do Governo do Estado para valorizar o fomento à cultura em Pernambuco. O decreto 43.295, publicado no dia 31 de março deste ano, pelo Governo do Estado ampliou a lista de atividades econômicas que podem contribuir com o Fundo, permitindo assim a entrada de empresas de distribuição de gás, como a Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), que será a nova participante do Funcultura.

“Primeiramente garantimos na Lei Orçamentária para 2016 o orçamento de R$ 35,049 milhões para o Funcultura. Depois tivemos o decreto, com a entrada da Copergás, que garante piso financeiro para a previsão orçamentária. E agora, esse aprimoramento tecnológico que irá facilitar o acesso ao CPC e desburocratizar o Funcultura, que era uma das maiores queixas da produção cultural do estado”, avalia Marcelino.

Márcia Souto confirma o compromisso do Governo em atender a uma demanda da sociedade civil, no que diz respeito a desburocratização do Funcultura. A presidente da Fundarpe acredita a informatização é um processo estruturador do Fundo, que irá melhorar não só a relação dos produtores com o Funcultura, mas impactar ainda nos processos internos de julgamento e divulgação de resultados. “A informatização tem ainda o mérito da inclusão de mais projetos, pois no modelo vigente projetos são desclassificados pelo fato de não anexarem alguma documentação obrigatória. Com a informatização, acaba-se o risco, pois se o produtor não anexa a documentação, não consegue enviar o projeto”, coloca Márcia.

Segundo ela, a previsão é que até março de 2017 todas as etapas da informatização estejam concluídas. “Estamos muito felizes com o andamento de todos estes processos que visam a ampliação e fortalecimento do Funcultura. Para isso, foi fundamental a parceria com a Agência de Tecnologia do Estado, que tem a expertise necessária não só para promover o atendimento das necessidades de informatização dos diversos setores do Funcultura, mas também abrigar ou manter o banco de dados que será gerado a partir desse processo de informatização”, coloca a presidente.

“A ATI está empenhada em tornar os processos e serviços do Governo do Estado mais ágeis, mais modernos e mais racionais, através do uso da tecnologia da informação. Nós que fazemos a ATI estamos honrados em firmar o convênio com o Funcultura, atendendo a uma necessidade dos produtores culturais”, garante Romero Guimarães, presidente da ATI.

Comissão Deliberativa – Além de marcar o início da informatização do Funcultura, a cerimônia marca ainda a posse dos novos quinze membros da nova Comissão Deliberativa do Funcultura, eleitos após chamada pública realizada pela Fundarpe. Cabe aos membros da Comissão participar de reuniões ordinárias e extraordinárias que apreciam projetos culturais submetidos aos editais do Fundo; deliberar sobre sua aprovação e execução, julgar eventuais pedidos de reconsideração interpostos contra suas decisões ou pareceres e; exercer as competências estabelecidas em lei e demais atos normativos complementares.

O presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Leopoldo Raposo, faz o lançamento das atividades jurisdicionais do Fórum da Comarca de Arcoverde nesta sexta-feira (16). A solenidade acontece às 11h, com a presença de autoridades do Poder Judiciário, Legislativo e Executivo. Um dia antes da solenidade, na quinta-feira (15), o magistrado faz visita à Central de Agilização Processual de Araripina.

De acordo com a diretora de Engenharia e Arquitetura do TJPE, Maria José Marinho, a área do Fórum possui mais de 8 mil m² e o prédio tem 9,9 mil m² de área construída, distribuídos em cinco pavimentos, com 101 vagas de estacionamento para carros, 24 vagas de bicicletas e espaço para 10 motos. O prédio foi inaugurado em janeiro deste ano, na gestão do então presidente do TJPE, desembargador Frederico Neves.

Ela explica que o prédio foi projetado com total acessibilidade, com rampas de acesso ao térreo e elevadores que atendem a todos os pavimentos. “Tanto os acessos internos como externos possuem piso com sinalização tátil, banheiros acessíveis e vagas de estacionamento para portadores de necessidades especiais, conforme exigido pela nova Norma Brasileira de Acessibilidade (NBR) 9050”, destaca Maria José Marinho.

O novo prédio terá cinco Varas, sendo duas Cíveis, uma Criminal, uma Regional da Infância e Juventude (com setor multiprofissional, que inclui sala de psicologia e assistência social), além de uma Vara da Fazenda, que será instalada posteriormente. Há um auditório para 151 pessoas, Tribunal do Júri, e Central de Audiências de Custódia. Também há espaços destinados ao Ministério Público, à Defensoria Pública e à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), à Central de Mandatos (Cemando) e ao Protocolo Geral de Foro (Progeforo), entre outros.

Em breve, o prédio terá um Juizado Especial Cível; uma Central de Cartas de Ordem Precatória e Rogatória; uma Central de Conciliação, Mediação e Arbitragem; duas agências bancárias e lanchonete etc. O novo fórum fica localizado na Rua Antônio de Moura Cavalcanti, s/n, Bairro Pôr do Sol.

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Os senadores aprovaram, na noite dessa terça-feira (13), projeto de lei relatado pelo líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), que endurece a punição ao tráfico interno e internacional de pessoas e amplia as medidas de proteção às vítimas. A proposta, de autoria da CPI do Tráfico Nacional e Internacional de Pessoas no Brasil, ratifica acordo internacional sobre o tema – do qual o Brasil é signatário – e segue, agora, para sanção presidencial.
Humberto, relator da matéria em 2014, ressalta que o Brasil terá, finalmente, um marco regulatório para prevenção e repressão a esse tipo de tráfico, com o aumento do combate às organizações criminosas e o fornecimento de mais instrumentos às forças de segurança.
Ele avalia também que um dos aspectos mais importantes é dar maior atenção à vítima, com a possibilidade de concessão de residência permanente, independentemente de colaboração com a Justiça, inclusive com a possibilidade de alcançar familiares próximos ou que dependam economicamente da vítima.
“Essa dimensão social do crime é muito importante. Criamos um novo capítulo no Código Penal intitulado ‘crimes contra a dignidade da pessoa’. Assim, creio que teremos uma legislação moderna, sintonizada com o que há de mais avançado no mundo e com o espírito do que a sociedade discute hoje”, acredita.
Atualmente, a legislação tipifica o tráfico de mulheres apenas para fins de exploração sexual e o tráfico de crianças. Com a proposta, passará a abranger o tráfico para trabalhos forçados e para transplantes de órgãos. Pelo texto, fica tipificado ainda o tráfico de pessoas, sujeito a pena de quatro a oito anos de prisão, além de multa.
De acordo com Humberto, que apresentou destaque para restabelecer o texto aprovado originalmente pelo Senado, em substituição ao da Câmara, a proposta torna o consentimento da vítima irrelevante para a caracterização do crime, substitui a palavra “prostituição” por “exploração sexual” e exige dois terços de cumprimento da sentença para que o criminoso tenha direito à liberdade condicional.
“A proposta prevê a possibilidade de concessão de seguro-desemprego em casos de vítimas submetidas à condição análoga à de escravo ou à exploração sexual. Além disso, autoriza o Poder Executivo a criar um fundo para financiar as ações antitráfico e um sistema de informações e monitoramento do tráfico. Atualmente, o crime é registrado de forma deficitária”, disse o senador.
O tráfico de pessoas é, hoje, uma das principais fontes de renda do crime organizado. Entre 2005 e 2011, o Governo Federal identificou um total de 475 vítimas brasileiras no exterior – a maioria mulheres. No mesmo período, os tribunais de justiça e regionais federais registraram 109 processos de tráfico interno de pessoas.

O Ministério da Educação promove um seminário preparatório para a 2ª Conferência Nacional de Educação Escolar Indígena (2ª Coneei) marcado para novembro de 2017. O evento termina nesta quarta-feira (14), em Brasília. Participam representantes de secretarias municipais e estaduais de educação, organizações indígenas e indigenistas, a Fundação Nacional do Índio (Funai) e conselhos de educação e de universidades. Todos acompanham os debates em torno de temas que serão tratados com profundidade na próxima edição do evento. A intenção do MEC e parceiros é de avançar em uma educação escolar indígena de qualidade, específica e diferenciada.

Durante a abertura do seminário, a secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), Ivana de Siqueira, fez um apanhado das conquistas recentes dos povos indígenas, sem deixar de apontar os desafios ainda existentes.

“Ainda temos muitos desafios, principalmente com a construção de escolas indígenas. Outro desafio grande é a extensão da educação nos anos finais do ensino fundamental e principalmente no ensino médio. É fazer com que tenhamos, primeiro, professores nessas áreas, né. Concursos para professores nessas áreas e podermos oferecer os anos finais da educação fundamental e o ensino médio também.”

A demanda foi confirmada pelo professor indígena, João Kaba Munduruku – nome de sua origem. Ele é de Jacareacanga, município do Pará. De acordo com João Kaba, houve mudanças na região e foram criadas escolas nas aldeias. No entanto, ele acredita que ainda é preciso investir na formação de professores locais, na implantação de escolas também de ensino médio e em livros didáticos que representem a cultura indígena.

“Os desafios que a gente encontra mais é, o livro didático, né. Livros específicos nas escolas indígenas, o que dificulta muito a aprendizagem dos alunos. A gente tem professores indígenas, mas só que ainda falta, principalmente, do 6º ano em diante, porque a gente ainda não tem demanda pra trabalhar nessas áreas especificas. Porque o ensino médio pra chegar nas nossas aldeias é muito difícil. Então, acho que essas conferências assim vai fortalecer muito.”

De acordo com dados do Censo Escolar 2015, existem no Brasil 3.085 escolas indígenas, presentes em todos os estados da federação, sendo que 63% delas estão na região norte do país. Além do português, falam-se 161 línguas indígenas.

A 2ª Coneei terá como tema: O Sistema Nacional de Educação e a Educação Escolar Indígena: regime de colaboração, participação e autonomia dos povos indígenas – e será realizada em três etapas: conferências nas comunidades educativas, conferências regionais e a etapa nacional no próximo ano.

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Os senadores aprovaram, na noite desta segunda-feira (12), o projeto de lei que estabelece novos benefícios trabalhistas e sociais para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. A proposta, defendida pelo líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), foi apreciada no plenário depois que o parlamentar pediu a inclusão do tema na pauta e garantiu que não havia divergência entre os colegas em relação ao seu conteúdo. A matéria segue, agora, para sanção presidencial.

Humberto ressaltou que mais de 250 mil profissionais serão beneficiados pela medida. “Estamos sanando uma grande injustiça porque, muito embora sejam a base da saúde preventiva do SUS, esses profissionais possuíam vínculos precários de trabalho e quase nenhum direito trabalhista, realidade que vem aos poucos sendo regularizada”, afirmou.

O senador ressaltou que o projeto estabelece ajuda de custo para que os profissionais façam cursos na área, adicional de insalubridade e prioridade de atendimento no programa Minha Casa Minha Vida. “Os agentes comunitários são os responsáveis por fazerem o atendimento inicial da população, em visitas às suas casas. Isso é muito relevante para o país”, disse.

A proposta trata do regime jurídico da categoria, estabelece o piso salarial profissional nacional e as diretrizes para os planos de carreira e a regulamentação das atividades. O tempo de serviço, por exemplo, passa a ser contabilizado para todos os fins previdenciários, tanto aposentadoria quanto benefícios.

Humberto ressaltou que o art. 1º do projeto propõe que os agentes que não tiverem concluído o ensino médio serão incluídos em programas que ampliem a escolaridade e ofereçam profissionalização, conforme as normas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. “Os agentes que participarem de cursos técnicos ou de capacitação profissional farão jus a ajuda de custo para seu transporte escolar”, explicou o senador.

Depois da votação da matéria, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), convidou os líderes partidários para uma reunião nesta terça-feira (13) com a finalidade de definir a pauta de votações da sessão deliberativa marcada para o início da tarde. Ele informou que cancelou a sessão deliberativa marcada para o próximo dia 21, quarta-feira, pois a “Casa está em dia com a pauta e aguarda matérias a serem aprovadas pela Câmara”.

O Centro de Inclusão, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar e o Sindicato Rural de Sertânia, abre inscrições na próxima segunda-feira, dia 12 de setembro, para o curso de Camareira. Nele, os alunos aprenderão a executar os procedimentos operacionais de limpeza, higienização, arrumação, vistoria, reposição dos materiais das unidades habitacionais de meios de hospedagem, zelando pelos objetos pessoais, hábitos, preferências e a cultura de hóspedes. Os alunos desse curso estão aptos a trabalharem em hotéis, motéis, pousadas, flats, resorts e albergues.

O curso acontece no período de 24 a 26 de outubro e oferece 15 vagas em período integral com aulas de manhã e à tarde. Para se inscrever basta apresentar cópia de identidade, CPF, comprovante de residência e escolaridade. Outras informações através do telefone 3822-4557.

As comemorações da Independência do Brasil serão marcadas pelo silêncio das campanhas eleitorais em Arcoverde de acordo com determinação da Justiça Eleitoral, conforme anunciou na manhã desta terça-feira (6), o juiz Dr. Cláudio Márcio Pereira, as representantes das coligações que disputam a prefeitura do município.

Ficou também definido que os carros de som e similares (paredões, bicicletas ou motos de som) não poderiam circular neste dia 7 de setembro, só retornando às ruas na quinta-feira (8). As mesmas medidas também foram adotadas para o dia 11 de setembro, quando se comemora a emancipação política de Arcoverde, com os tradicionais desfiles cívicos.

Consta ainda da ata que foi assinada pelos representantes das coligações no dia 17 de agosto, que também não poderão ocorrer eventos políticos de rua (caminhadas, bate-papos, comícios, carreatas, etc) no dia 10 de setembro, véspera do aniversário de Arcoverde, apenas a propaganda de carros de som. A mesma decisão também foi tomada para o dia 23 de setembro, Dia da Padroeira de Arcoverde, Nossa Senhora do Livramento. 

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A Avenida Rio Branco, no centro de Afogados, será palco mais uma vez para as comemorações cívicas alusivas a independência do Brasil. As atividades começam cedo, a partir das 7h, quando está prevista a concentração dos vaqueiros para o seu tradicional desfile. Nesse horário iniciam as inscrições dos participantes.

A “descida” dos vaqueiros está programada para as 9h, saindo do Ginásio Desportivo Municipal em direção à Rio Branco. Após percorrerem toda à avenida, os vaqueiros retornam ao ginásio, onde a Prefeitura está disponibilizando a premiação para os melhores cavaleiros, alimentação e som fixo para a festa.

Na Praça Arruda Câmara, está previsto o hasteamento dos pavilhões às 8h. O desfile das escolas e instituições está previsto para iniciar às 16h. O percurso terá início na Avenida Rio Branco, próximo à Igreja Presbiteriana. O encerramento do desfile e a dispersão serão nas proximidades da Secretaria Municipal de Educação, após os participantes contornarem a Praça Arruda Câmara.

Além das escolas públicas e privadas, participam desse desfile instituições como a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Guarda Civil Municipal, Maçonaria, Tiro de Guerra, grupos de bacamarteiros, capoeiristas e desbravadores. Haverá, durante o desfile uma homenagem à Yane Marques, nossa campeã olímpica. O palco principal será montado nas proximidades dos Correios.

A parte musical ficará por conta de bandas marciais das escolas de Afogados, além de bandas marciais de Arcoverde e Triunfo. O evento está sendo coordenado pelas Secretarias de Educação e de Cultura e Esportes

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